Participação feminina no parlamento e a democracia paritária:
desafios para o Brasil
Palabras clave:
democracia paritária, mulheres, parlamento, cotas de gêneroResumen
O presente artigo trata da democracia paritária como uma meta global de desenvolvimento e evolução dos direitos humanos, bem como da posição do Brasil perante o mundo rumo à equidade da participação feminina na política. Para tanto, busca-se estudar a efetividade das legislações de cotas de gênero e políticas afirmativas para inclusão de mulheres no parlamento brasileiro.
Citas
ARENDT, Hannah. Sobre a revolução. São Paulo: Cia. das Letras, 2011.
BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. 13. ed. Trad. Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Paz e Terra, 2015.
BONAVIDES, Paulo. Teoria geral do Estado. 10. ed. São Paulo: Malheiros, 2015.
CABANILLAS, Beatriz Llanos. A modo de introducción: caminos recorridos por la paridad en el mundo. In: CABANILLAS, Beatriz Llanos (Ed.). La apuesta por la paridad: democratizando el sistema político en América Latina. Los casos de Ecuador, Bolivia y Costa Rica. Perú: IDEA Internacional/CIM Comisión Interamericana de Mujeres, 2013, p. 17-46.
CEPAL. Consenso de Brasília. Disponível em: http://www.observatoriodegenero.gov.br/ menu/noticias/spm-divulga-boletim-da-xi-conferencia/?searchterm=consenso. Acesso em: 18 fev. 2019.
CEPAL. Consenso de Quito. Disponível em: https://www.cepal.org/sites/default/files/events/ files/consensodequito_0.pdf. Acesso em: 18 fev. 2019.
CEPAL. El aporte de las mujeres a al igualdad em América Latina y el Caribe. Quito, 2007. Disponível em: https://repositorio.cepal.org/ bitstream/handle/11362/2855/1/S3282007_ es.pdf. Acesso em: 18 fev. 2019.
FABRE-GOYARD, Simone. O que é democracia? São Paulo: Martins Fontes, 2003.
FRASER, Nancy. Da redist r ibuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “pós-socialista”. Trad. Julio Assis Simões. Cadernos de Campo, São Paulo, n. 14-15, 2006, p. 231-239.
IBGE. Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil. IBGE: Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: ht tps:// www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/ multidominio/genero/20163-estatisticas-de-genero-indicadores-sociais-das-mulheres-no-brasil.html?=&t=o-que-e. Acesso em: 17 fev. 2019.
IPU. Global and regional averages of women in national parliaments. Disponível em: https://data. ipu.org/women-averages?month=3&year=2020& op=Show+averages&form_build_id=form-HZl4A AZTGZ1v6j7eO8wwNMpZu0HOUtfviJGh7WXk39 M&form_id=ipu__women_averages_filter_form. Acesso em: 17 ago. 2020.
IPU. Monthly ranking of women in national parliaments. Disponível em: https://data.ipu.org/ women-ranking?month=3&year=2020. Acesso em: 18 mar. 2020.
JELLINEK, Georg. Teoria general del Estado. Buenos Aires: Albatros, 1970.
KELSEN, Hans. A democracia. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
MILL, John Stuar t . Considerations on representative government. In: Collected Papers of John Stuart Mill. Toronto: University of Toronto Press; London: Routledge and Kegan Paul, 1977, v. XIX. [trad. Bras. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1982].
OIT. World employment and social outlook: trends for women 2017. Disponível em: https:// www.ilo.org/global/research/global-reports/weso/ trends-for-women2017/WCMS_557245/lang--pt/ index.htm. Acesso em: 18 mar. 2020.
ONU. Declaração e plataforma de ação da IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Pequim 1995. Disponível em: http://www.onumulheres. org.br/wp-content/uploads/2014/02/declaracao_ pequim.pdf. Acesso em: 15 fev. 2019.
ONU. Declaração e programa de ação de Viena (1993). Disponível em: http://www.onumulheres. org.br/wp-content/uploads/2013/03/declaracao_ viena.pdf. Acesso em: 15 fev. 2019.
ONU. UN reports slow women’s political parity; launches latest “women in politics” map, 15 mar. 2017. Disponível em: https://news.un.org/en/ story/2017/03/553332-un-reports-slow-womens-political-parity-launches-latest-women-politics-map#.WMrtAm8rKiO. Acesso em: 18 fev. 2019.
ONU/IPEA. Retrato das desigualdades de gênero e raça. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/ retrato/. Acesso em: 18 fev. 2019.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. O contrato social. Trad. Paulo Neves. Porto Alegre: L&PM, 2017.
SANTOS, Boaventura de Sousa; NUNES, João Arriscado. Introdução: para ampliar o cânone do reconhecimento, da diferença e da igualdade. In: SANTOS, Boaventura de Sousa (Org.). Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitismo multicultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 25-68.
TOKARNIA, Mariana. Após sete anos em queda, diferença salarial de homens e mulheres aumenta. Agência Brasil, 08 mar. 2020. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2020-03/apos-7-anos-em-queda-diferenca-salarial-de-homens-e-mulheres. Acesso em: 18 mar. 2020.
TSE. Estatísticas do eleitorado – por sexo e faixa etária. Disponível em: http://www.tse.jus.br/ eleitor/estatisticas-de-eleitorado/estatistica-do-eleitorado-por-sexo-e-faixa-etaria. Acesso em: 17 ago. 2020.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Al someter el texto académico a la Revista del Tribunal Regional Federal de la 3ª Región (Revista do Tribunal Regional Federal da 3ª Região), los autores declaran ser titulares de los derechos de autor, respondiendo exclusivamente por cualesquiera reclamaciones relacionadas con dichos derechos; así como garantizan la inexistencia de cualquier infracción a la ética académica.
Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la Revista del Tribunal Regional Federal de la 3ª Región el derecho de publicación, sin gravamen y sin limitaciones en cuanto al plazo, al territorio o a cualquier otra.
Los conceptos y las opiniones expresadas en los trabajos firmados son de responsabilidad exclusiva de sus autores, no reflejando, necesariamente, el posicionamiento de esta Revista, ni del Tribunal Regional Federal de la 3ª Región.





