Justiça Militar angolana

princípios constitucionais norteadores e desafios na era digital

Autores

DOI:

https://doi.org/10.65674/rev-trf3.v36i161.735

Palavras-chave:

Justiça Militar, Direito Militar Digital, Constituição Angolana

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar os desafios da Justiça Militar Angolana na era digital, considerando a forma de articulação dos princípios constitucionais que a norteiam desde a Constituição da República de Angola (2010). A pesquisa adota uma metodologia qualitativa, de caráter descritivo e explicativo, baseada em revisão bibliográfica comparada (com destaque para Angola, Brasil e outros países lusófonos) e em análise documental de legislações e práticas judiciais. Inicialmente, elucida-se o conceito de Direito Penal Militar, permitindo delimitar os subtemas investigados, entre eles a natureza, composição e competências do Tribunal Militar no constitucionalismo angolano e a constitucionalização dos crimes militares. Por fim, a pesquisa correlaciona os fundamentos do Estado de Direito com os desafios da Justiça Militar frente à era digital e à inteligência artificial, evidenciando a necessidade de adaptação da magistratura militar às novas realidades tecnológicas.

Biografia do Autor

  • Francisco Alberto Mafuani, Universidade Agostinho Neto

    Doutor em Administração pela Florida Christian University (Estados Unidos). Assistente de investigação da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto (Angola).
    Lattes: http://lattes.cnpq.br/1809979397008534  

  • Matias Mpanzo Caxixi, Universidade Presbiteriana Mackenzie

    Doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP). Mestre pela Universidade Agostinho Neto (Angola). Professor na Universidade Agostinho Neto (Angola). Juiz do Tribunal Militar de Luanda (Angola).
    Lattes: http://lattes.cnpq.br/7909479126376008

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Publicado

25-08-2025

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Justiça Militar angolana: princípios constitucionais norteadores e desafios na era digital. (2025). Revista do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, 36(161), 233-256. https://doi.org/10.65674/rev-trf3.v36i161.735